O Círculo dos Mundos – A Plenitude

Tenho de ir ao mundo de dentro
para poder criar meu mundo de fora.
Quando não vou ao mundo de dentro
Meu mundo externo se angustia
Esperando ser criado, esperando…
ser chamado para Ser.

Círculo

É essa espera que não nos permite viajar aos incomensuráveis domínios de nosso ser interior, é essa angustia por uma criação que não acontece.

Este é outro círculo que precisa ser quebrado para que nossa vida possa ser plena; esta plenitude que somente pode ser construída com os pedaços do círculo quebrado.

Essa plenitude só nasce em meio ao caos e a desordem gerados pela quebra do que foi estabelecido, se tivermos a coragem de desejar e fazer o melhor para nós.

Em princípio pode parecer egoísta, mas quando o nosso mundo externo “seca” é preciso “cavar mais fundo” para encontrar “água”; encontrar a Água da Vida que é uma fonte inesgotável que se encontra em nosso mundo interno, nas “terras do meio”, no centro de nosso Ser.

Essa fonte é a “fonte de Mimir” pela qual o Deus Odin deu um de seus olhos para poder beber dela; Ele bebeu de sua própria sabedoria interior, e quando o compreendeu…  gritou! E com seu grito criou a plenitude de seu mundo externo, gerando um sistema de vida permeado por crenças que ajudariam outros a encontrar a sua própria fonte.

Essa fonte precisa ser nomeada, compreendida, experimentada; tudo em nosso mundo interior precisa ser nomeado, chamado para Ser.

A minha fonte interna chama-se “A Panela Sagrada”, mas cada um deve encontrar seus próprios nomes.

Todas estas fontes são eternas e jamais secam; são elas que mantêm a vida no mundo externo, mas precisamos beber delas frequentemente para criar assim um canal de irrigação permanente.

Quando o conseguimos – através do exercício diário do “beber” – estabelecemos esse canal, o mundo externo começa a se ordenar e aquele caos inicial resultado da quebra do círculo que imobiliza os mundos, desaparece sistematicamente; dando lugar a um colorido mosaico que se transforma na beleza inigualável de uma vida criativa.

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e nada do que se fez foi feito sem Ele, O Verbo

O Verbo, A Palavra!

O Deus, nosso Deus, nossa Divindade interna seja ela quem for!

Sem a Palavra, sem Nomear nada pode ser feito; o mundo, nosso mundo interior pode ser Nomeado em seis dias, e depois no sétimo dia surge a segunda criação: o nosso mundo externo!

Mas sem o Verbo, sem a Palavra, sem Nomear não haverá criação, somente caos…

…No princípio era o caos, as trevas, e as trevas não prevaleceram sobre Ele, O Verbo, A Palavra, e as trevas não prevaleceram contra Ela“.

A distorção de um conhecimento milenar é um dos fundamentos das crenças que levam os homens à sua destruição, à destruição e ao caos de seus mundos.

É uma forma simples de comandar as massas, os povos, dar a eles tudo pronto, um mundo externo pronto e artificial criado por outros; que conhecendo a sua própria fonte convencem a todos de que ela é a única, convencendo a todos que para beber dela devem seguir determinadas regras e acreditar que um dia seu mundo, sua vida será plena.

Vamos então deixar essa miragem e chegar ao nosso oásis verdadeiro, onde nos embriagar de nossa Água de Vida, para irrigar o mundo ao nosso redor quando ele se torna deserto árido e seco ao acreditarmos que a fonte-miragem levaria Vida Real e criativa a ele.

Imagem: Mara

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