<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:series="http://unfoldingneurons.com/"
	>

<channel>
	<title>Magia Bruxa &#187; Destaques</title>
	<atom:link href="http://magiabruxa.com/categoria/destaques/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://magiabruxa.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Jul 2010 15:14:23 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>A Bruxaria Antiga</title>
		<link>http://magiabruxa.com/a-bruxaria-antiga/</link>
		<comments>http://magiabruxa.com/a-bruxaria-antiga/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 17:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Rocco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bruxaria]]></category>
		<category><![CDATA[wicca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magiabruxa.com/?p=1144</guid>
		<description><![CDATA[Se diz que a Bruxaria Antiga é uma religião; religião significa re-ligar-se,  re-conectar-se com o sagrado, com aquilo que foi con-sagrado, sagrado junto, ao  lado de&#8230; antes do tempo do não-tempo, quando todos fomos um só, um com tudo,  um com o Todo, um com Akasha.
Nesse tempo, quando a Terra ainda não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se diz que a Bruxaria Antiga é uma religião; religião significa re-ligar-se,  re-conectar-se com o sagrado, com aquilo que foi con-sagrado, sagrado junto, ao  lado de&#8230; antes do tempo do não-tempo, quando todos fomos um só, um com tudo,  um com o Todo, um com Akasha.</p>
<p>Nesse tempo, quando a Terra ainda não era a Terra, e tudo era seco e duro, as  pegadas das mulheres já estavam nela.</p>
<p>Nesse tempo além do tempo, as mulheres caminhavam sobre paisagens desoladas,  e em suas gretas, entre densas névoas criavam e recriavam a Vida.</p>
<p>Essas Mulheres possuíam asas, como se fossem compridas vestes, que cobriam  seus corpos, protegendo-as; elas existiam antes mesmo do espírito, e mantiveram  suas asas até que ele as encontrou.</p>
<p>Nesse momento suas preciosas e negras extensões aladas, tornaram-se cinzas e  suaves, e perderam suas coroas, quando rolaram suas cabeças pela terra árida.</p>
<p>Mas antes de que isto acontecesse, a Ânfora da Vida, gerava somente seres  femininos, em um eterno ciclo de repetição sem fim e sem esperanças, em um  insano desejo de perpetuar a Si mesma.</p>
<p>Entretanto, houve um Eon, no qual a busca pela perfeição e a liberdade da  prisão da eternidade, fez com que a Ânfora da Vida, introduzisse em Si mesma,  uma causa oposta e complementária a Ela: o ser masculino, e com ele a morte, o  conceito da separação e a evolução natural.</p>
<p>Naquele tempo, tudo era seco, duro, desolado e coberto de pontas; pontas que  se tornaram os répteis; demônios iníquos, nascidos dos passos do esquecimento,  daquilo que ficou pra trás, <em>IN- famas</em>, fora da fama, fora do  reconhecimento; infâmias e falta de compreensão, que mais tarde formariam o mal  total.</p>
<p>E as mulheres começaram a criar e recriar formas abstratas, nascidas de cada  pensamento, de cada palavra emitida ou sonhada.</p>
<p>E criaram e recriaram a Criação, era a Vida gerando a Si mesma, expandindo-se  sem restrição, sem barreiras e sem limites, era o Caos Primordial.</p>
<p>Seguiu-se então um tempo, em que o mundo esteve de cabeça para baixo, porque  a Terra estava no Céu e o Céu estava na Terra, e uma das mulheres disse:</p>
<p>&#8221; &#8211; Isto é bom.&#8221;</p>
<p>E a outra respondeu:</p>
<p>&#8221; &#8211; Separemos as coisas.&#8221;</p>
<p>E assim se fez.</p>
<p>Em meio a uma grande tormenta, as águas serpentearam, e a Terra, o seco, o  duro, comprimiu-se, e uma gigantesca onda, separou-se dela, formando um imenso  vórtice, dando origem a uma onda estelar fluída que protegeu a Terra como um  anel.</p>
<p>Nesse anel ficaram gravados os símbolos das eras que se sucederiam, para que  nunca jamais, nenhuma mulher esquecesse o Eon no qual foram prisioneiras da  eternidade.</p>
<p>E a terra, o seco, o duro e desolado, cobriu-se de Beleza e Poder, e a causa  Primordial, a Mulher, uniu-se à causa oposta, o Homem, e o espírito se fez e  habitou entre eles, criando a separação e a morte.</p>
<p>Agora não tinham asas, a busca da perfeição culminou em uma obra comparável  mas inigualável; agora eram livres do horror da eternidade, do ciclo imutável da  repetição; agora eram livres para evoluir&#8230; mas o espírito as fez esquecer o  significado da onda fluída, e novamente com o passar dos Eons caíram em outra  prisão pior: o eterno ciclo de morte e renascimento, e em suas memórias  agonizam, sem lembrar como escapar, sem saber como renascer ou morrer, somente  caminhando, caminhando, como Peregrinos do Altar, buscando na Terra o que ficou  no Céu, pedindo ao Céu o que expulsaram da Terra.</p>
<p>E assim vão, sem compreender aonde, nem porquê, somente guiadas por uma  sombra que surgiu da Luz, a sombra espectral do espírito que se fez nelas.</p>
<p>Mas ele não é nada, é somente um reflexo da obra perfeita e aprisionada, que  um dia povoou uma Terra árida e desolada com a Beleza e o Poder da Sua criação.</p>
<p>Por isso:  &#8220;Antes de Mim (o Espírito dos espíritos, Akasha) não existia nada,  depois de ti (a mulher) nada havia, pois somos a única e real Verdade da  Criação.&#8221;</p>
<p>Os Peregrinos do Altar ainda o buscam, caminham em um Mundo belo e poderoso,  como si somente existisse caos e desolação; vão em pós do Altar onde se assenta  a Ânfora da Vida, pois acreditam que ao encontrá-la, todas as perguntas serão  respondidas.</p>
<p>Mas esqueceram o mais importante: perguntar, pois sem perguntas não há  respostas; e também não lembram que a Ânfora derramou a Vida generosamente por  todos os lugares, fazendo que desse jeito não exista a necessidade de buscas e  peregrinos, somente faltam as perguntas, dirigidas a si mesmos, os si mesmos que  se tornaram pequenas Ânforas que contém a Vida.</p>
<p>A falta dessa necessidade, da necessidade de perguntar, gera os desastres  naturais, pois a Terra como ser planetário que é, e que foi criado, espera por  suas criadoras, espera que se unam a Ela, e enquanto isso não acontece, continua  no Caos Primordial, numa tentativa de voltar ao Eon, onde a separação não  existia, um Eon, quando a onda fluída das constelações fazia parte Dela, um  tempo em que o seco, o árido, o duro, gerava a Vida em meio as névoas da  consciência de um Universo ainda adormecido.</p>
<p>Se depois disto você não se compadece pelo sofrimento terrestre, e não toma  para si, o fardo da busca, calçando as sandálias dos peregrinos e começa a  perguntar, você não merece chamar-se Mulher, nem ser a herdeira da Linhagem  Sagrada das Sacerdotisas Escarlatas, as Sacerdotisas da Mãe Terra.</p>
<p>Em definitiva, é simples entender a importância que a Bruxaria Antiga  representa nos dias de hoje, como um dos caminhos a ser percorrido, para  encontrar novamente a conexão com a Mãe Terra.</p>

	<h3>Mais informação:</h3>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://magiabruxa.com/o-bem-e-o-mal-na-bruxaria/" title="O Bem e o Mal na Bruxaria (August 3, 2007)">O Bem e o Mal na Bruxaria</a> (54)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/wicca/" title="Wicca (May 28, 2007)">Wicca</a> (0)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/sintonizando-com-a-sua-bruxa-ancestral-parte-2/" title="Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral &#8211; Parte 2 (June 4, 2007)">Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral &#8211; Parte 2</a> (2)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/sintonizando-com-a-sua-bruxa-ancestral/" title="Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral (May 30, 2007)">Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral</a> (2)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/presentes-encantados/" title="Presentes Encantados (August 3, 2007)">Presentes Encantados</a> (2)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://magiabruxa.com/a-bruxaria-antiga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Sandálias dos Peregrinos</title>
		<link>http://magiabruxa.com/as-sandalias-dos-peregrinos/</link>
		<comments>http://magiabruxa.com/as-sandalias-dos-peregrinos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 16:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Rocco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Peregrinos]]></category>
		<category><![CDATA[sandálias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magiabruxa.com/?p=1148</guid>
		<description><![CDATA[Calçar as sandálias dos peregrinos, significa sair em pós dos selos  representados pelos símbolos fluidos, encontrá-los, compreende-los e quebrá-los  um a um, liberando em cada era sua própria força evolucionária, de forma que as  coisas possam seguir seu curso segundo a Lei.
Por isso:
&#8220;Todo aquele que não estude as estrelas, terá de trabalhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calçar as sandálias dos peregrinos, significa sair em pós dos selos  representados pelos símbolos fluidos, encontrá-los, compreende-los e quebrá-los  um a um, liberando em cada era sua própria força evolucionária, de forma que as  coisas possam seguir seu curso segundo a Lei.</p>
<p>Por isso:</p>
<p>&#8220;Todo aquele que não estude as estrelas, terá de trabalhar &#8221;</p>
<p>Trabalhar nas masmorras desta nova prisão, criada pelo mal total, o total  esquecimento do que ficou atrás, o não recordar o sentido da morte e da  separação, o sonho eterno do cíclico retorno dos símbolos fluidos, no Círculo  Sagrado do Amor que envolve a Terra.</p>
<p>Essa foi a separação: O Amor que nasceu da Terra e foi expulsado ao Céu, e a  Luz que gera a Vida em meio as névoas, clamando na Terra pela liberdade deste  escuro Eon.</p>
<p>Os peregrinos que encontram a Ânfora da Vida, se deparam com um grande  símbolo inscrito nela: uma cruz de braços iguais, uma cruz que se afigura caída  X, marcando o tempo da &#8220;caída da humanidade&#8221; de que tanto se fala, mas da qual  pouco ou nada se compreende, -por isso &#8221; a <span style="text-decoration: underline;">S</span>abedoria é um presente, a compreensão  é um dom&#8221;- uma cruz que no alfabeto primordial significa &#8220;Liberdade na União&#8221;,  pois somente nos liberaremos das imundas prisões que temos criado, quando  sejamos todos juntos, dois em dois, três em três, quatro em quatro, e assim até  o infinito de seres, Terra e Céu que existem.</p>
<p>Adamah, a terra do homem, o Homem da terra.<br />
Ieveh, o Céu da Mulher, a  Mulher do Céu.</p>
<p>Dois que nunca serão Um; nem nunca voltarão a se-lo, porque nunca o foram.</p>
<p>São duas raças de seres, totalmente distintas, distinguidas uma da outra  desde o começo dos Tempos; e as tentativas forçados de se-lo, resultaram em  espíritos híbridos, estéreis, não criadores, perdidos entre as duas polaridades,  condenados antecipadamente ao suicídio espiritual em massa, que a Terra exige,  que o Céu contempla, antes da União das Uniões, na Grandeza das Grandezas,  diante do Altar da Ânfora da Vida.</p>
<p>Pois ela, a Vida, somente aceita e respeita Sua criação, as criadoras e os  doadores de Vida; os demais, para a força de la Vida, estão &#8220;de-mais&#8221;, pois não  eles não tem nenhum propósito de ser, são a causa terceira da criação infiltrada  pelo espírito, que nega-se despedaçar-se, quando não reflete a obra perfeita  criada em Beleza e Poder.</p>
<p>O espírito, busca essa forma híbrida, para poder habitar quando as uniões  aconteçam; por isso profana os Altares cada vez que arrasta pelo lodo da  luxuria, a energia que gera e propaga a existência, humilhando, desonrando, e  ultrajando a Vida mesma.</p>
<p>São palavras e situações difíceis, que devem terminar sob o peso da  compreensão, diluídas num mar de Amor Incondicional, que a causa oposta, a  morte, cobrará como tributo final antes de sua extinção.</p>
<p>Não se trata de julgar, absolver ou condenar nada nem ninguém; se trata do  tempo de determinar o lugar de tudo no Todo, e para isso as essências devem  compreender sua dança cósmica, o jogo de luzes e sombras do qual fazem parte,  para que a sinfonia universal se desenvolva em todo seu esplendor, chamando cada  nota representada por elas, a Ser a clave que dará o tono exato à melodia  chamada Vida.</p>

	<h3>Mais informação:</h3>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://magiabruxa.com/wicca/" title="Wicca (May 28, 2007)">Wicca</a> (0)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/asas-engarrafadas/" title="Asas Engarrafadas (August 17, 2007)">Asas Engarrafadas</a> (4)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://magiabruxa.com/as-sandalias-dos-peregrinos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Abismo</title>
		<link>http://magiabruxa.com/o-abismo/</link>
		<comments>http://magiabruxa.com/o-abismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Rocco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[abismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magiabruxa.com/?p=1155</guid>
		<description><![CDATA[Esse abismo foi forjado pela separação do Céu e da Terra, pela separação do  Homem e da Mulher; dali foi tomado o material com o que foram feitos os  espíritos, e deles deve novamente encher-se, para que todos possamos  atravessa-lo, em direção a Akasha.
Esse material é a Historia da humanidade, desde antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse abismo foi forjado pela separação do Céu e da Terra, pela separação do  Homem e da Mulher; dali foi tomado o material com o que foram feitos os  espíritos, e deles deve novamente encher-se, para que todos possamos  atravessa-lo, em direção a Akasha.</p>
<p>Esse material é a Historia da humanidade, desde antes que fosse criada, desde  o tempo anterior à existência feminina.</p>
<p>Por isso em cada espírito está escrita, descrita, contada e desenhada um  pedaço dessa Historia, por isso cada espelho reflete uma parte dessa Historia,  por isso cada um de nós é um pedaço de Historia Viva, vívida, e vivida, mas que  somente pode ser lida, absorvida a través do espelho espiritual, com o que cada  um de nós está em íntima conexão.</p>
<p>Esta é uma fábula de grande beleza e poder, a mesma Beleza e o mesmo Poder,  com os quais um dia as mulheres transformaram esta terra árida, num mundo em  evolução.</p>
<p>Uma fábula que criou uma Tradição, que estende-se além das névoas do tempo,  uma Tradição que está sendo contada desde aquele tempo, de boca em boca, de  ouvido em ouvido, e que agora será lida por todos, para que ninguém fique sem  saber, para que ninguém fique sem compreender.</p>
<p>Isto é possível, porque alguém atreveu-se a criar novamente e ainda assim por  primeira vez, desde a criação primeira, uma ponte sobre o abismo dos espelhos;  uma ponte feita das Luzes e das Sombras das memorias aprendidas do próprio  espírito, sem criar a necessidade de despedaça-lo no abismo; liberando-o desta  forma para que ele possa servir de conexão a outros que queiram escutar suas  historias, para que novas pontes sejam criadas e todos possam evoluir da mesma  forma, em direção à Akasha, como uma unidade de consciência livre.</p>
<p>Quando não ouvimos os espíritos, quando não escutamos a parte da Historia que  ele tem para contar-nos, nos abandona e forma seres híbridos, seres não  criadores nem dadores de vida, para poder habitar, numa tentativa de perpetuar a  si mesmo, procurando a fusão da Luz e do Amor, num único veículo, que contenha a  sensibilidade necessária, para abarcar suas historias, e poder completar assim  seu propósito inicial, porem não final.</p>
<p>Este propósito inicial é refletir a sabedoria que adquirimos, e levar-nos a  compreender a relação da Historia Primordial com momento que estamos vivendo; e  seu objetivo final é revelar-se como espelho espiritual, abrindo o caminho que  nos conduzirá finalmente a Akasha, na dança Cósmica da Reintegração.</p>
<p>Se o compreendemos, e o aceitamos tal como é, nossa senda se abrirá de par em  par, deixando passar a Luz e o Amor, permitindo a nossa verdadeira essência  vibrar como uma das notas perfeitas, que compõe a melodia universal.</p>
<p>Em um dos livros sagrados para a humanidade, se fala de nove dons ou  carismas, e um deles é o dom de falar com os espíritos; os espíritos aos que se  refere, é a estes espelhos, estes reflexos de nós mesmos, que contam a Historia  em partes, em pedaços que levamos subtilmente, e que somente reconheceremos como  nossos quando tenhamos desenvolvido &#8220;o dom de falar com os espíritos&#8221;.</p>
<p>Agora que você sabe um pouco mais, procure encontrar e compreender as  palavras de seu espírito, para que o abismo também contemple a sua obra, para  que sua ponte se veja ao longe, e a historia dele, a sua própria historia, possa  ser contada a outros que esperam por um espírito do tempo, que participa do  carisma com que você foi agraciado.</p>
<p>Esse espírito é um El- Edá, significa a idade do tempo, o tempo no qual o  tempo não existe, e se faz eterno nas historias que os espíritos tem para  contar-nos.</p>
<p>Essas historias falam de como foram as coisas, como se sucederam as  criadoras, os dadores de Vida, e a criação; porém não falam de coisas banais,  pois os espíritos não conhecem o efémero, somente sabem do eterno, e somente  conhecem o futuro pela sua relação com a eternidade; por isso não lhes pergunte  sobre seus assuntos mundanos, porque eles desconhecem esses assuntos; eles  somente podem mostrar-lhe a sua própria eternidade desde o começo do El-Edá; não  precisam saber mais que isso, sendo que depois de conversar com eles, você  compreenderá que não existem os tempos separados, mas sim um presente sempre  eterno, semelhante a um grão de areia, que o contem tudo, que contem todas as  historias que formam juntas a Historia Primordial.</p>

	<h3>Mais informação:</h3>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://magiabruxa.com/o-eu-superior/" title="O Eu Superior (June 22, 2007)">O Eu Superior</a> (2)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/asas-engarrafadas/" title="Asas Engarrafadas (August 17, 2007)">Asas Engarrafadas</a> (4)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://magiabruxa.com/o-abismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Espírito</title>
		<link>http://magiabruxa.com/o-espirito/</link>
		<comments>http://magiabruxa.com/o-espirito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora Rocco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://magiabruxa.com/?p=1150</guid>
		<description><![CDATA[É o reflexo da obra perfeita, é sua imagem e semelhança, nascido da  separação, no tempo antes do tempo do esquecimento.
Sua existência continuará, e será tão eterna como a Criação, pois nessa  melodia viva, o espírito é um semi tom, que pode completar, com outros, um  acorde inteiro, feito de notas inteiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o reflexo da obra perfeita, é sua imagem e semelhança, nascido da  separação, no tempo antes do tempo do esquecimento.</p>
<p>Sua existência continuará, e será tão eterna como a Criação, pois nessa  melodia viva, o espírito é um semi tom, que pode completar, com outros, um  acorde inteiro, feito de notas inteiras, definidas, perfeitas, acabadas, como a  obra do artista que as criou, como a memoria de uma das criadoras a idealizou,  como o determinou a Força da Vida.</p>
<p>Somos todos, parte de uma sinfonia que Deus criou;<br />
Cada um é uma nota  dessa sinfonia; a cada respiração Dele<br />
Nasce uma nota, e assim a sinfonia se  faz eterna.<br />
E muitas notas se repetem fazendo novos acordes,<br />
E as vezes  Ele junta as mesmas notas,<br />
numa harmonia eterna como a própria sinfonia.</p>
<p>Notas antes, notas depois, mais encima, mais em baixo,<br />
Em Luzes  diferentes, formando um arco íris<br />
De cores, sentimentos, emoções, amores.<br />
Velhos amores esquecidos, novos amores<br />
lembrados; futuros que já  aconteceram<br />
E que repetem-se numa eterna dança do Universo.</p>
<p>Escolhas  e mais escolhas,<br />
Todas convergindo para um<br />
Único ponto: o Amor.</p>
<p>Mais evolução, menos evolução,<br />
O lugar não importa, o lugar é o  sempre,<br />
Pois no Amor, longe<br />
É um lugar que não existe.</p>
<p>Somente  na Luz do Amor,<br />
No Amor da Luz,<br />
Podemos encontrar<br />
a justiça dos  fatos,<br />
encontrando a nota que somos,<br />
na mágica sinfonia do Universo.</p>
<p>O espírito nos proporciona uma melhor visão do Todo, pois podemos afastar-nos  de nós mesmos e contemplar-nos a través dele, para ver se nossa obra está apta a  fazer parte da sinfonia, ou se é preciso uma revisão do acorde no qual estamos  inseridos, de forma que melhoremos a melodia, a completemos, ou entremos em cena  um pouco mais adiante.</p>
<p>O espírito, somente vive a través da melodia, sem ela, ele não tem propósito  de ser, no entanto nós, somos a melodia, ainda que não soe em perfeita harmonia;  porém dependemos das imagens que ele nos envia de nós mesmos, para corrigir  nosso tono de vibração, harmonizando-nos em acordes específicos, para que a  música da Vida chegue aos confins do Universo, perfeita, como foi idealizada  desde o começo.</p>
<p>Ele, o espírito, é nossa visão, nossa terceira visão, a visão interna, o  olhar a través do espelho do tempo, e por isso pode dar-nos acesso à nossas  memorias, a tudo o que já fizemos ou vivemos, ele pode mostrar-nos todos os  acordes dos quais fizemos parte e de que forma o fizemos.</p>
<p>Sendo assim, sua ajuda é inestimável para nós, na medida, em que aceitemos  que é uma conexão com o Todo, mas que não é o Todo; na verdade ele é a nossa  alma, nossas memorias, e por isso a conexão entre elas e nós, entre nós e a  melodia.</p>
<p>Não podemos confundi-lo com Akasha, o Espírito dos espíritos, porque Ele é a  Causa Inefável, que já existia antes mesmo de que as mulheres deixaram suas  pegadas sobre a Terra árida.</p>
<p>Akasha, guarda as memorias arcaicas, mais antigas que os tempos povoados  somente por seres femininos; Akasha é o Espírito atemporal, que vive nelas desde  sempre, para todo o sempre, pelos séculos dos séculos, Amém.</p>
<p>Ele é a Ânfora da Vida, e a Agua matricial, à qual elas devem sua origem; é o  Espelho de Águas, no qual todos podem beber, olhar-se e saciar sua sede de  sabedoria e conhecimento; quando isso acontece, o espírito de nossa terceira  visão, desaparece, para dar lugar a um lago cósmico, maior que o próprio abismo  universal, onde os espíritos se despedaçarão, antes da Reintegração Final.</p>

	<h3>Mais informação:</h3>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://magiabruxa.com/xamanismo-2/" title="Xamanismo (September 12, 2007)">Xamanismo</a> (3)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/sintonizando-com-a-sua-bruxa-ancestral-parte-11/" title="Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral &#8211; Parte 11 (June 15, 2007)">Sintonizando com a sua Bruxa Ancestral &#8211; Parte 11</a> (1)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/sentando-se-com-o-maestro/" title="Sentando-se com o Maestro (August 10, 2007)">Sentando-se com o Maestro</a> (2)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/o-nome-do-criador/" title="O Nome do Criador (May 15, 2007)">O Nome do Criador</a> (1)</li>
	<li><a href="http://magiabruxa.com/o-eu-superior/" title="O Eu Superior (June 22, 2007)">O Eu Superior</a> (2)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://magiabruxa.com/o-espirito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
